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Fashion Rio – 6º dia

5 jun

O sexto e, último dia de Fashion Rio, aconteceu na última terça-feira, dia 01.06.10.

Triya

Estamparia e modelagem resumem o desfile de beachwear da estilista Isabela Frugiuele. As estampas lembram os tigres asiáticos e a África. E foi assim que a grife incendiou o desfile, aquecendo o frio e nublado Rio de Janeiro.

Lucas Nascimento

Em um verão super-elaborado e muito elegante. Sua cartela sai do óbvio e passeia pelo preto, tons fechados de vinho, azul, vermelho e um amarelo mais vivo.

Andrea Marques

Em sua segunda apresentação no Fashion Rio, a estilista fala de um tropicalismo feminino sofisticado sem precisar de clichês.

Téca

Helô Rocha – estilista – olhou para sua cidade de origem, Natal – RN, e extraiu suas inspirações para a nova coleção. Apresenta fios como linho, seda e algodão suíço para dar uma elegância onipresente na peças. Mistura de florais e militarismo.

New Order

Nada fácil mostrar apenas acessórios quando todas as outras marcas estão desfilando roupas. Porém, a New Order deu luz ao Píer Mauá com seu jardim eletro-pop-rock-tônico.

Isabela Capeto

 Autoral, com suscetibilidade na estamparia (liberty, lenço, orquídeais, tie dye, psicodélico, listras, flores indianas) e cores otimistas, abrindo o desfile com o azul. Nas minúcias, conchinhas, fitas, miçangas, búzios, sempre docemente.

 

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Fashion Rio – 4º dia

4 jun

Domingo, 30 de Maio de 2010.

Blue Man

Depois de mais de um ano longe das passarelas, após a morte do fundador da marca, a Blue Man retorna cheia de vida. Com atrações que fizeram ferver o sangue de quem estava presente.

Filhas de Gaia

Marcando a terceira coleção inspirada na silhueta estruturada no qadril, o que evidência uma falta de idéias.

Cavendish

Em busca de algo tão paradisíaco, a Cavendish acabou perdendo  o “fio da meada”, o que tornou a coleção simples.

Melk Z-da

Um desfile forte, firme e corajoso. Tomando como referência danças regionais brasileiras em processo de extinção. A coleção vai do rock’n’roll ao esportivo, do paetê ao “nude”, dos tecidos nobres aos “pobres”, dos óculos falsificados…

Oestúdio

Tentou traduzir as manias das pessoas para as roupas, ou seja, o comportamento humano e a moda.

TNG

O foco nas geometrias e o duelo sempre entre duas cores, resultou num desfile de tirar o fôlego. Como a coleção passeia por diferentes décadas ela propõe diferentes silhuetas.

Fashion Rio – 3º dia

4 jun

O terceiro dia aconteceu no sábado dia 29.05.

Cantão

Teve o Céu como tema base para sua coleção. Com estampas que lembram núvens e tecidos leves numa nave repleta de musselines, sedas e tules.

Printing

A coleção veio com ar de leveza e romantismo, por conta do chiffon, organza, seda e cetim. Silhueta justa ao corpo com a cintura marcada por cintinhas.

 

Maria Bonita Extra

Essência feminina e delicada, toques de romantismo. Assim foi maracada a passarela da Maria Bonita Extra no terceiro dia de Fashion Rio.

Ausländer

Ausländer fez de seu desfile um show. Tudo isso porque para o verão 2011, o estilista, busca inspiração nos grandes festivais do Hemisfério Norte. Particularmente, eu gosto muito da marca, então ela ganhará um espaço maior no meu post.

Alessa

Seu verão vem inspirado em alquimia, falando de bruxas, ciganas e magia. Além disso, a coleção lembra os anos 70 com suas estampas de cristais exóticos.

Fashion Rio – 2º dia

1 jun

O segundo dia de Fashion Rio aconteceu em 28.05.10.

Redley

A Redley apresenta uma tabela de inovações no setor de tecidos, esbanjando nos tecidos não-sintéticos, como o algodão e a seda. Brilhos envernizados, transparência, tons pastéis tomaram conta da passarela.

Claudia Simões

Com referências de Courrèges e Pierre Cardin, uma estética que lembra os anos 60 e um certo tribalismo que foi hit do verão 2010 na gringa, desfilaram os looks de Claudia Simões na sexta-feira de Fashion Rio.

Totem

Em looks de cores vibrantes, com predominância do azul e do laranja, Totem apresenta sua coleção.

 

Graça Ottoni

Com uma sofisticação simples trablhada em tecidos e materias totalmente brasileiros. Uma elegância natural como característica de toda coleção.

Lenny

Com uma cartela natural, Lenny, mostra suas idéias e encerra o segundo dia de Fashion Rio. Porém, seu desfile ficou “neutro” demais, com alguns defeitos na luz, na trilha e na edição de moda.

Fashion Rio – 1º dia

30 maio

Uma pauta sobre o que os estilistas desfilaram no primeiro dia (27/05) de Fashion Rio.

Walter Rodrigues

Walter apresentou mulheres continentais (brasileiras, africanas e da Etiópia), porém, contemporâneas. Sua tabela de cores totalmente neutra baseia-se em tons de areia, marrom e marinho. Nos tecidos apresentou uma diversificação, musseline, algodão, lona, jacquard, brocado e até palha feita de PET reciclada. Nos pés, plataformas monstruosas. E chapéus malucos de Eduardo Laurino.

Nica Kessler

Sua coleção apresentou modelagem simples e rente ao corpo. Peças em tons suaves, estampas anos 70 e cintura alta. O tema principal era a Arquitetura Art Deco de Miami. No entando, seu desfile foi longo demais apresentando idéias repetidas e falhas na modelagem.

Mara Mac

“Aquela eterna reconstrução da natureza, após catástrofes naturais como as que vêm acontecendo”. É o tema da coleção nas palavras da estilista, que, optou por tons de cinza e preto na paleta de cores, porém, logo após uma “performance”, onde os cubos vermelhos (suspensos) contidos na passarela “caíram”, surge o vermelho vivo, o verde, o gelo, o bege e o branco para quebrar o tom sóbrio.

Salinas

Em sua moda praia, o que não faltou foram biquínis e maiôs com estampas florais e de paisagens. No entanto, as cores que predominaram nas peças foi o laranja, o branco, o azul, o preto, o amarelo e o verde militar. Na passarela, as modelos usavam acessórios pesados. Apareceram algumas peças compostas por listras também.

R.Groove

New romantics, new wave, mais uma porção de alusão ao passado, uma dose cavalar de sportswear, tons fluorescentes, estampas florais, bordado da folha da maconha e emoticons. É assim que o estilista Rique Gonçalvez tenta quebrar o (pré)conceito que assusta o público masculino. Afinal, adquirir um look totalmente rosa e vestir short não é pra qualquer homem.

Acquastudio

Com uma coleção que impõe curiosidade, a Acquastudio, apostou em tons fluorencentes e branco, brilho e drapeado, chapéus e sapatos de desgin curioso.

Alexandre Herchcovitch

29 maio

Aposto que todos os apaixonados por moda conhecem um pouco da história do paulistano Alexandre Herchcovitch, ou, no mínimo, já ouviu falar. Pois bem, o post de hoje é breve, porém conta com três perguntas – feitas por mim – com respostas saborosas, eu diria, de um dos nomes mais ilustres do mundo da moda no Brasil. Alexandre, também é conhecido no exterior, e já desfilou em cidades como New York, Londres, Paris, além do SPFW e Fashion Rio. Trabalhou na Ellus e na Zoomp,  foi diretor de estilo da Cori, tem sua marca Herchcovitch;Alexandre e atualmente é diretor artístico do cursos de Design de Moda (estilismo e modelagem) do SENAC de SP.
Por influência de sua mãe, dona de uma microempresa de lingeries, decidiu colocar seus dotes “artísticos” em prática. Mas, nem tudo foi de uma hora pra outra. Cursou fotografia por dois anos, mesmo assim, não deixou a moda de lado, acatava a encomendas de amigos e desenhava roupas para a mãe. Quando Alexandre concluiu  ensino médio – ainda não havia escolas de moda – optou por estudar artes plásticas na FAAP, logo, percebeu que sua vocação não era exatamente produzir arte e, sim, usá-la a seu favor. Assim, transferiu-se para a faculdade Santa Marcelina, onde estudou moda até 1993.

Leia a entrevista:

A caveira é o logotipo da tua marca e, também uma imagem que sempre aparece nas tuas coleções. Qual é a mensagem por trás dela? O quê ela “conta” sobre a tua pessoa? E porque escolheu uma caveira para ser tua “marca registrada”?
Herchcovitch:
Em primeiro lugar a caveira não aparece sempre em minhas coleções, nós preservamos a imagem da caveira e utilizamos com cuidado. A caveira é um símbolo de vida, que estrutura o corpo. Sempre gostei do símbolo desde criança e resolvi tê-la como ícone para a marca logo após ter feito uma camiseta estampada com ela no final dos anos 80.

No livro “Alexandre Herchcovitch: cartas a um jovem estilista. A moda como profissão” tu citas “vender moda muito além do mero vender roupas, ou seja, vender um estilo de vida”, explique:
Herchcovitch:
As pessoas hoje consomem estilos de vida e não produtos, elas escolhem produtos onde se expressam através deles.

Pra quem está começando no ramo da moda, especificamente, como estilista, quais oportunidades deve buscar?
Herchcovitch:
Deve procurar uma faculdade de moda, um estágio durante todo o período de faculdade, se informar e estudar história da moda e da arte, saber modelar e costurar antes mesmo de saber desenhar, desenvolver linguagem própria.

OBS.: Houve um erro na primeira pergunta, por desatenção de minha parte, era para mencionar que a caveira QUASE sempre aparecia nas coleções dele.

A moda rock

23 maio

Este post é sobre meu gosto particular de estilo masculino – o estilo roqueiro. Acho muito sexy homem vestindo calça justa, sapatos ou tênis dos mais diversos estilos, camisa xadrez, camiseta colorida em gola V, coturno, camisetas divertidas, jaquetas de couro, chapéus, blazer, etc, etc, etc. Então, mais streetwear pra vocês, com looks do meu gosto privado. Acredito que não é necessário “explicar” os looks, todos estão bem claros e suas sobreposições perceptíveis, todavia, citarei a (as) peça-chave de cada um.

Peça-chave: t-shirt com estampa.

Peça-chave: blazer.

Peça-chave: t-shirt com desenhos geométricos.

Peças-chave: chapéu e camiseta gola V.

Peça-chave: jaqueta de couro.

Peças-chave: t-shirt divertida e cardigã.

Peças-chave: blazer e sapato.

Peça-chave: colar.

Peça-chave: camisa xadrez.

Peça-chave: camiseta colorida.

Peça-chave: sapato e wayfarer.